Há mulheres que começam a notar alterações depois da gravidez. Outras apercebem-se de uma perda progressiva de densidade ao longo dos anos. E há ainda quem associe a queda a períodos de maior stress, alterações hormonais ou simplesmente a uma fase em que o cabelo parece já não ser o mesmo.
A verdade é que a queda de cabelo não tem uma única causa. E perceber em que fase da vida surgiu pode ser uma pista importante para compreender o que está a acontecer.
O ciclo capilar é influenciado por vários fatores, incluindo alterações hormonais, o estado geral de saúde e determinadas mudanças que acontecem ao longo da vida.
Durante a gravidez, muitas mulheres sentem o cabelo mais cheio e volumoso. Depois do parto, pode acontecer o contrário: alguns meses mais tarde, a queda torna-se mais evidente.
Esta alteração pode estar relacionada com as mudanças hormonais que acontecem depois da gravidez. Apesar de, em muitos casos, ser temporária, é importante acompanhar a evolução, sobretudo se a perda for intensa ou persistir.
O cabelo pode ser sensível às alterações hormonais que acontecem ao longo da vida.
Mudanças relacionadas com a contraceção, problemas hormonais ou a transição para a menopausa podem coincidir com alterações na densidade, espessura ou crescimento do cabelo.
Nem sempre existe uma relação direta e simples. Por isso, quando há uma mudança evidente, vale a pena procurar perceber a causa em vez de assumir que é apenas “da idade” ou “das hormonas”.
Com a aproximação ou chegada da menopausa, algumas mulheres começam a notar o cabelo mais fino, menos denso ou uma maior visibilidade do couro cabeludo.
Estas alterações podem acontecer de forma gradual e, por isso, nem sempre são imediatamente valorizadas. Muitas vezes, a mulher não sente que está a perder grandes quantidades de cabelo, mas percebe que o rabo-de-cavalo está mais fino ou que já não tem o volume de antigamente.
Nem todas as alterações capilares estão relacionadas com a idade ou com as hormonas.
Períodos de stress físico ou emocional, algumas doenças, alterações na alimentação e possíveis carências nutricionais podem também estar associados à queda de cabelo.
É por isso que não aconselho a olhar para todos os casos da mesma forma. Duas mulheres podem dizer “o meu cabelo está a cair”, mas a causa pode ser completamente diferente.
E é precisamente aí que uma avaliação individual faz sentido.
Há outra questão importante: por vezes, o problema não é apenas a queda a partir da raiz.
O cabelo pode estar mais seco, fragilizado ou danificado e partir ao longo do comprimento. Isto acontece, por exemplo, depois de agressões químicas, uso frequente de calor ou outros fatores que comprometem a fibra capilar.
Em algumas mulheres, podem coexistir queda e quebra. Por isso, perceber o que está realmente a acontecer é o primeiro passo antes de pensar numa solução.
Vale a pena procurar aconselhamento quando a queda é intensa, persistente ou acompanhada por alterações visíveis na densidade do cabelo ou no couro cabeludo.
Também merece atenção quando surgem falhas, zonas mais rarefeitas ou quando sente que o cabelo mudou significativamente num curto espaço de tempo.
Na You Care, em Leiria, a abordagem à queda de cabelo deve começar precisamente por aqui: perceber a fase em que está, o padrão da perda e o que pode estar a contribuir para essa alteração.
Dependendo de cada caso, podem existir diferentes abordagens e tratamentos para ajudar a reduzir a queda, fortalecer o cabelo ou trabalhar a densidade capilar. O Plasma capilar com PRP, os exossomas capilares, a mesoterapia capilar são algumas das opções que pode fazer sentido em situações selecionadas, mas cada caso deve ser avaliado de forma particular. O Laser capilar é a novidade mais recente para o tratamento da queda.
A queda de cabelo pode acompanhar diferentes momentos da vida da mulher. Depois da gravidez, durante períodos de alterações hormonais, na menopausa ou em fases de maior exigência para o organismo, o cabelo pode dar sinais de mudança.
O mais importante é não assumir que todas as quedas são iguais.
Perceber a causa e avaliar cada situação individualmente permite escolher uma abordagem mais adequada e, acima de tudo, criar expectativas realistas sobre o que pode ser feito.
Pode acontecer um aumento temporário da queda nos meses seguintes ao parto devido às alterações que ocorrem no ciclo capilar. Se a queda for muito intensa ou persistente, deve procurar avaliação.
As alterações hormonais associadas a esta fase podem coincidir com mudanças na densidade e espessura do cabelo. No entanto, outras causas também podem estar presentes e devem ser consideradas.
O plasma capilar com PRP pode ser uma opção em alguns casos, dependendo da causa e do estado dos folículos capilares. A avaliação individual é importante para perceber se este tratamento faz sentido para si.
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Se sente que o seu cabelo mudou e a queda está a preocupar-lhe, uma avaliação pode ser o primeiro passo para perceber o que está a acontecer e quais as opções que podem fazer sentido para si. Marque a sua consulta de diagnóstico capilar pelo 244 814 108